Mostrando postagens com marcador Movimentos e Campanhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Movimentos e Campanhas. Mostrar todas as postagens

O Instituto Defesa precisa de você!

O Instituto DEFESA está procurando unir todas as pessoas jurídicas (clubes, federações e confederações) do Brasil para rechaçar imediatamente a nova portaria emitida pelo Comando Logístico do Exército Brasileiro (mais informações aqui).

Muitos clubes estão sendo muito prejudicados e serão extintos caso a norma continue em vigor. Primeiro, por limitar o número de armas em nome da Pessoa Jurídica a apenas 10, portanto, inviabilizando a oferta de cursos para mais de 11 pessoas simultaneamente. Segundo, por proibir a recarga para os clubes, exceto para as competições. Ou seja, na instrução de tiro, bem como o treinamento, aquele que não faz recarga por conta própria é obrigado a utilizar munição original, inviabilizando a prática do tiro.

Nesse contexto, o Instituto DEFESA está tentando contato com TODOS os clubes e federações do Brasil, solicitando uma nota de descontentamento feita em papel timbrado da entidade, em apenas 1 página, expondo:

o   No primeiro parágrafo: o inequívoco descontentamento com a nova norma.
o   No segundo parágrafo: pontos principais, na visão do clube/federação,  para este descontentamento.

Caso você faça tal manifesto, envie para lucas@defesa.org o quanto antes, pois estes serão anexados ao documento que será entregue pessoalmente aos Generais no Quartel General, não deixando dúvida quanto ao total distanciamento da norma em relação ao interesse dos administrados.

Estes materiais também poderão ser utilizados para fundamentar pleitos junto ao Judiciário e ao Legislativo, contra a portaria, ao longo do ano, portanto, por favor, não deixem de enviar.

Agora é a oportunidade que temos para mostrar que conseguimos trabalhar juntos em torno de um ponto comum.

Mais informações e contato: (41) 9637.5073 (Lucas Silveira).

Videochat com relator do PL 3.722/12

Amanhã, 02/12, às 11h, haverá um videochat com o Dep. Cláudio Cajado, relator do Projeto de Lei 3.722/12 de autoria do Dep. Rogério Peninha, que revoga o Estatuto do Desarmamento.

O videochat será transmitido ao vivo pelo portal Câmara Notícias e pela TV Câmara e terá duração de uma hora, sem interrupções.

Qualquer pessoa poderá participar, enviando perguntas pela internet (bate-papo disponível no dia do debate via www.camara.leg.br) ou pelo Disque-Câmara no número 0800-619-619.

Essa interação é importante para que o Dep. Cajado entenda os pontos da população e saiba quais são suas intenções. Para que isso ocorra, é importante que você participe ativamente, dando sua opinião através do chat ou utilizando as perguntas e introdução de temas sugeridas pelo Instituto Defesa:


  • O sr. vai acabar com a discricionariedade do delegado na concessão do nosso direito?
  • O sr. vai respeitar a idade mínima proposta pelo Dep. Rogério Peninha Mendonça?
  • O sr. vai respeitar o Referendo de 2005 e apresentar o projeto mais liberal possível?
  • No seu primeiro relatório o sr. sugeriu que o registro de arma fosse obrigatoriamente renovado. Meu Registro de Nascimento é um só, e pelo próprio conceito da palavra registro, não há que se falar em renovação. A simples atualização cadastral não é suficiente?
  • No seu primeiro relatório o sr. desvirtuou totalmente o projeto de lei original, que todos nós apoiamos. O sr. vai respeitar o projeto ou vai propor novos absurdos como o tempo de carência de registro para obtenção do porte de arma?
  • Deputado, por favor, acabe com a restrição a armas de brinquedo, airsofts, etc.
  • Excelência, por favor, apoie o PL 3.722/12 de acordo com o seu texto original. Não invente restrições que não foram propostas pelo Dep. Peninha.

Se você tiver algum outro questionamento, fique à vontade para questioná-lo e o faça com educação para que o Dep Cajado veja que temos boa-fé.

Unidos somos invencíveis!


Saiba mais aqui.

Audiência Pública sobre o PL 3.722/12 - Íntegra (vídeo)


Ontem, 26/11, tivemos a audiência pública que debateu sobre o PL 3.722/12 do Deputado Federal Rogério Peninha que visa a revogação, ou alteração, como foi citado ontem, do Estatuto do Desarmamento.

Numa análise rápida e sucinta, o resultado foi positivo, mas essa guerra ainda nem começou.

Temos de continuar em frente, unidos em prol do bem maior, que é a liberdade do povo brasileiro e a garantia de fazer valer o seu direito de defesa.

No dia 03/12 teremos nova audiência, dessa vez os desarmamentistas estarão em peso e farão de tudo pra que o PL seja rejeitado. Contamos, mais uma vez, com seu apoio.

Continuem ligando no 0800-619-619 e declarem apoio ao PL 3.722/12!

Pra quem não assistiu a audiência e quer saber o que aconteceu, segue a íntegra publicada no YouTube:






Siga a blog Armas de Fogo nas redes sociais: facebook / twitter / instagram

Em breve traremos mais notícias sobre o horário e local da audiência.

Audiência Pública sobre o fim do Estatuto do Desarmamento


Dia 26/11 será realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília, audiência pública para debater sobre o PL 3722/12, proposto pelo Deputado Rogério Peninha.

Autoridades, estudiosos e especialistas na área de Segurança Pública estarão presentes na Audiência, trazendo fatos que comprovam a ineficácia do Estatuto do Desarmamento frente à redução da criminalidade em nosso país.

A audiência será realizada às 14h30 no Plenário 11, Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF. Se você estiver disponível neste dia e quiser participar, o acesso é livre e é permitido levar cartazes e faixas de apoio.

O Instituto Defesa estará presente e precisará de voluntários para realizar alguns trabalhos esporádicos, caso tenha interesse em ajudar, entre em contato pelos telefones abaixo:

Para se voluntariar em Brasília, entre em contato com Reynaldo Arantes:
(61) 8246.8277 (TIM) / (61) 9855.4321 (Vivo) / (61) 9326.1116 (Claro)

Demais assuntos, tratar com Lucas Silveira:
(41) 9637.5073

A Câmara dos Deputados fica no Palácio do Congresso Nacional - Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70160-900.

Secretaria de Comunicação da Câmara se espanta com manifestações positivas ao PL 3722/12

Hoje, o Deputado Rogério Peninha recebeu um comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Câmara dos Deputados dizendo que aquela Secretaria havia notado um significativo aumento na quantidade de ligações favoráveis ao PL 3722/12 no dia 19/11.

Para nosso espanto, o comunicado dizia que "504 manifestações favoráveis à matéria, de um total de 505 manifestações, apenas na data de ontem". 

Veja o texto na íntegra:



Estamos presenciando o descontentamento da população frente o retrocesso do Estatuto do Desarmamento e força das ações do Dia Nacional da Liberdade de Acesso às Armas, o #diadaarma.

Para ajudar na aprovação do PL 3722/12, ligue para 0800 619 619 e manifeste seu descontentamento.

Se você não conhece o PL 3722/12, acesse o artigo do Instituto Defesa.

Unidos somos invencíveis.

Fatos do #diadaarma - 19/11

O André Felipe, do "Tchô Perguntar", compilou, com base no artigo "Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura" do Instituto Ludwig von Mises Brasil, algumas informações interessantes acerca da falácia desarmamentista.

Fato: Os nove países europeus que apresentam a menor taxa de posse de armas apresentam taxas de homicídios que, em conjunto, são três vezes maiores do que as dos outro nove países europeus que apresentam a maior taxa de posse de armas.

Fato: Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas. Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa cometidos nos EUA desde 1950 ocorreram em locais em que os cidadãos são proibidos de portarem armas.

Fato: Um estudo publicado pela Universidade de Harvard — Harvard Journal of Law & Public Policy — relata que países que têm mais armas tendem a ter menos crimes. (aqui, em inglês: http://www.theacru.org/harvard_study_gun_control_is_counterproductive/)

Fato: Já a Europa, não obstante sua rígida política de controle de armas, apresentou três dos seis piores episódios de chacinas em escolas.

Fato: A cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais.

Fato: Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas dispararam nos EUA, mas os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39 por cento durante esse mesmo período. Mais ainda: "outros crimes relacionados a armas de fogo" despencaram 69%. (aqui, em inglês: http://www.zerohedge.com/news/2013-08-09/picturing-plunge-gun-crimes-gun-sales-surge)

Fato: Apesar da extremamente rígida lei desarmamentista em vigor no Reino Unido, sua taxa de crimes violentos é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA. Recentemente, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido. Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.

Fato: O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA; 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas; a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências e a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.

Fato: Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população.

Fato: Após a cidade de Kennesaw, no estado americano da Geórgia, ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao longo dos 23 anos seguintes. A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.

Fato: Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para impedir crimes do que para tirar vidas. (aqui, em inglês: http://thetruthwins.com/archives/you-wont-believe-the-crazy-things-that-are-being-said-about-gun-owners)

Fato: Quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas -- afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.

Fato: Um desarmamentista é necessariamente a favor de armas. Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.

Fato: O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA. (aqui, em inglês: http://www.nationmaster.com/country-info/stats/Crime/Rape-victims)

Fato: Nunca existiu e nem nunca existirá um genuíno ‘desarmamento’. Existe apenas armamento centralizado nas mãos de uma pequena elite política e dos burocratas fardados que protegem os interesses dessa elite.

Siga nosso instagram, siga nosso twitter, curta nossa fanpage e conheça um pouco mais do fascinante mundo das armas!

Dia Nacional da Liberdade de Acesso às Armas




19/11 - Dia Nacional da Liberdade de Acesso às Armas

Nós, orgulhosamente brasileiros natos em pleno gozo de nossos direitos políticos, sob a égide da Constituição Federal, compreendendo ser este o melhor interesse da República, levando em consideração os 59.109.265 votos contra as restrições a armas no Referendo de 2005, reunidos em assembleia extraordinária convocada em nome da democracia, da liberdade, da segurança, da vida e da propriedade, convidamos:

  • A todo ser humano, independentemente de convicção política, religiosa ou ideológica, sem distinção de sexo, idade, cor, renda ou de qualquer natureza, que considere a liberdade de acesso legal às armas como fundamento fático da democracia;
  • Àqueles que veem nas armas instrumentos garantidores da segurança pública e da soberania nacional;
  • A homens e mulheres que utilizam armas de quaisquer espécie em suas práticas esportivas, profissionais ou recreativas;
  • A brasileiros e estrangeiros que reconhecem a importância histórica das armas para o desenvolvimento da humanidade e de sua civilização;
  • A absolutamente todos aqueles que compreendam que todo ser humano probo tem o direito indisponível a se defender contra ameaças impostas por outros humanos ou por quaisquer entidades;

A celebrar, desta data em diante, no décimo nono dia dos meses de novembro, o Dia Nacional do Direito de Acesso às Armas.

Nesta data, encorajamos a todos os convidados a mostrarem publicamente suas armas, incentivarem a prática do tiro e a cultura da defesa, a difundirem a relevância das armas no processo evolutivo histórico e a importância do direito de acesso às armas para a proteção de direitos humanos elementares.

Brasil, 05 de Novembro de 2014.


Nota de Repúdio - Material do SENASP


O Movimento Viva Brasil, associação civil sem fins lucrativos que abriga dentre seus objetivos a defesa das garantias e liberdades individuais do cidadão brasileiro, por sua Diretoria Nacional para Colecionadores, Atiradores e Caçadores – CAC, vem a público manifestar veemente repúdio ao conteúdo do material didático utilizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP em curso de aperfeiçoamento para profissionais da área de segurança, em face de ali se registrarem grosseiras e ofensivas inverdades sobre as atividades de Colecionadores, Atiradores e Caçadores, fruto de repugnante influência ideológica de entidade não governamental em assunto absolutamente estratégico do governo.

O sobredito curso, dentre outros assuntos, abriga conteúdo voltado ao controle de armas de fogo, apresentando-se dividido em módulos, dentre os quais um intitulado “Desvio, contrabando e vitimização” (sic), no qual há um tópico dedicado aos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (item “7”), apontando-os, levianamente e sem o mais raso respaldo em qualquer dado objetivo, como fonte de desvio de armamento para criminosos.

Naquele tópico, registram-se passagens difamatórias à categoria, a exemplo de “fornecedores de armas para o narcotráfico se registram como colecionadores e praticantes de tiro, usando essa condição como ‘biombo’ para acobertar suas atividades”, ou “a legislação que trata de armas de atiradores e caçadores, profissionais ou amadores, é demasiado flexível, dúbia e facilitaria a venda e a doação”, ou ainda “Clubes de Tiro são precariamente controlados, e vários deles (...) se tornaram locais de comércio informal e ilegal de armas e munições. Os clubes redistribuem a munição entre os atiradores, facilitando o seu desvio e a sua revenda. Muitas dessas munições são de uso militar, cobiçadas pelo crime organizado.”

Nada mais dissociado da realidade.

Apenas quem não possui absolutamente nenhuma familiaridade com as efetivas atividades dos CAC – e aqueles mal intencionados – podem propalar despautérios como os registrados no referido material. A verdade é outra, completamente diferente. Colecionadores, Atiradores e Caçadores são hoje a categoria com possibilidade de acesso às armas de fogo mais fiscalizada no país, se submetendo a exigências muito mais rígidas das que, por exemplo, se aplicam ao cidadão comum que adquire uma arma para autodefesa.

Tanto assim que, apesar das aleivosias fantasiosas do material em foco, não se registram casos objetivos de ligações entre legítimos CAC e criminosos. Aliás, nesse aspecto, é fundamental registrar que, ainda que faça referência ao relatório da CPI das Armas – uma das mais criticadas da história do Poder Legislativo -, o material se omite completamente na informação de dados concretos, evidenciando o que qualquer um mais familiarizado com o assunto já conhece: eles não existem.

Tamanho é o descompromisso do material para com a verdade, que sequer há preocupação em disfarçar a impossibilidade de comprovação do que ali se registra. Onde o leitor mais crítico cobraria a demonstração de provas do que se alega, o material apresenta escusas pueris, como “versão não confidencial” e “tese não acessível”, como se a referência a folhetins de espionagem pudesse conferir algum grau de veracidade ao que se apresenta. Não pode.

Seria, aliás, tripudiar da inteligência alheia esperar que alguém acredite que Colecionadores, Atiradores e Caçadores possam se submeter a toda a fiscalização a que estão sujeitos, paguem pelos equipamentos que utilizam um valor altíssimo e os repassem à criminalidade por 1/3 ou menos deste valor, conforme o que valem no mercado ilegal. A teoria é uma afronta até mesmo à lógica econômica.

Não bastasse a ausência de qualquer substrato comprobatório do que se registra no aludido material, gravíssima é a constatação de que, embora se tratando de um curso oficial de um órgão estratégico do Governo Federal, como o é qualquer deles ligado à segurança pública da Nação, a “fonte” da quase totalidade do quanto ali se registra é uma Organização Não Governamental, a Viva Rio, reconhecida entidade desarmamentista, financiada com recursos de organismos internacionais, não raro associada a escândalos ou vinculação a criminosos, e, sobretudo, cujas pesquisas jamais se pôde comprovar, dada à total ausência dos mais elementares critérios científicos em sua realização – se é que realmente realizadas.

A aludida ONG, não é demais relembrar, esteve recentemente envolvida no desvio de mais de R$140 mil de recursos da Saúde Pública; foi acusada de ter também desviado recursos do programa Segundo Tempo, vinculado ao Ministério dos Esportes, em um montante muito maior (6,1 milhões de Reais); e viu um de seus históricos e mais festejados parceiros, o “William da Rocinha”, ironicamente preso por comércio ilegal de armas, após ser flagrado negociando um fuzil com o traficante “Nem”.

Envolvida em fatos assim, é absolutamente inadmissível que seja essa a ONG a ditar as “verdades” no Ministério da Justiça - ao qual se vincula a SENASP -, a ponto de atacar, sem provas ou o mais ínfimo respaldo fático, toda uma categoria de cidadãos honestos, como a dos CAC, pondo em xeque, inclusive, a própria competência do Exército Brasileiro, responsável por sua fiscalização, a qual temerariamente se rotula de ineficiente.

Ainda mais grave é ver alegações tão descompromissadas para com a realidade serem endossadas pelo próprio Ministério da Justiça e estampadas em material didático destinado à capacitação de profissionais de segurança pública. Um órgão de tamanha relevância estratégica para o Estado Brasileiro haveria de pautar suas ações pela mais ilibada técnica científica, e não por contaminação ideológica infundada e cujos interesses jamais se podem identificar com os do Povo Brasileiro.

Afinal, um curso de segurança pública baseado em ideologia persecutória contra uma categoria civil e as Forças Armadas está longe de ser um curso de aperfeiçoamento, identificando-se, sim, como exemplo das mais nefastas doutrinações de agentes públicos para propósitos espúrios.

A gravidade do material que ora se enfoca, porque abrigada em documentos oficiais do Ministério da Justiça, suplanta o inegável campo da difamação à categoria dos CAC ou mesmo o questionamento da competência do brioso Exército Brasileiro, alcançando, mesmo, contornos na esfera da responsabilidade administrativa do gestor público. Justamente por isso, a par desta pública nota de repúdio, seu conteúdo será difundindo, de forma direcionada, aos órgãos de investigação competentes, para que, na aludida esfera, possam ser iniciadas as investigações e adotadas as sanções cabíveis para tamanho descalabro.

Sendo o que, por ora, nos competia apresentar, subscrevemos, respeitosamente.

O hediondo material disponibilizado pela SENASP pode ser consultado em sua íntegra em:


*Texto originalmente publicado em no site do Movimento Viva Brasil: http://migre.me/8lGUI